CULTURA
CHINESA
Dança
do Leão
A
Dança do Leão é uma forma de dança
tradicional na cultura chinesa, na qual os participantes imitam
os movimentos de um leão usando uma fantasia do animal.
O
traje de leão pode ser manejado por um único
dançarino, que salta e movimenta energicamente a cabeça,
as mandíbulas e olhos da fantasia, ou por um par de
dançarinos, que constituem as pernas dianteiras e traseiras
do animal. O uso do par de dançarinos é visto
em exibições de acróbatas chineses, com
os dois dançarinos agindo em conjunto para movimentar
o animal entre plataformas de várias alturas. A dança
é tradicionalmente acompanhada por gongos, tambores
e fogos de artifício, representando uma chuva de boa
sorte.
O
leão é tradicionalmente considerado como uma
criatura guardiã em muitas culturas asiáticas. A
dança do leão é especialmente popular
na cultura chinesa, com uma história que remonta a
mais de mil anos. Existem vários estilos de dança
do leão, mas a mais popular são a do norte e
a do sul. 
A dança do leão do norte se originou nas regiões
setentrionais da China, onde era usada para o entretenimento
da corte imperial.
O
leão do norte é geralmente de cor vermelha,
laranja e amarela e de aparência desgrenhada e têm
uma cabeça dourada. A dança nortista é
muito acrobática e é realizada principalmente
como entretenimento.
A
dança do leão do sul é de natureza mais
simbólica. Ela é realizada geralmente como uma
cerimônia para exorcizar espíritos maléficos
e para invocar sorte e felicidade.
O leão
do sul exibe uma vasta variedade de cores e tem uma cabeça
peculiar com grandes olhos, um espelho na testa e um chifre
único no centro da cabeça.
Língua Chinesa
O
Pinyin é o método (sistema de romanização)
usado oficialmente na
República Popular da China para transcrever, no alfabeto
latino, o dialecto Mandarim padrão da língua
chinesa. Pinyin significa, literalmente, "soletração
de sons", onde, precisamente, pin quer dizer soletração
e yin: som. Uma tradução menos literal pode
ser "foneticismo”, "soletração”
ou “transcrição”. A mais comum e
mais usada variante do pinyin é o chamado Hanyu Pinyin,
onde Hànyu significa mandarim, no dialeto mandarim.
O Hanyu Pinyin é também conhecido como esquema
do alfabeto fonético chinês . O Hanyu Pinyin
foi aprovado em 1958 e adotado em 1979 pelo governo da República
Popular da China. Ele superou sistemas anteriores de romanização,
tais como o Wade-Giles (1859), que foi modificado em 1892,
e o Pinyin de Sistema Postal, e também substituiu o
Zhuyin como o método de instrução fonética
chinesa na China Continental. O Hanyu Pinyin foi adotado em
1979 pela Organização Internacional de Padronização
(International Organization for Standarzation) (ISO) como
a romanização padrão do chinês
moderno (ISO-7098:1991). Ele também foi aceito pelo
governo de Singapura, pela Biblioteca do Congresso dos Estados
Unidos, e pela Associação de Bibliotecas Americanas
(American Library Association), como também por vários
outros organismos internacionais. Igualmente se tornou uma
ferramenta útil em digitações de textos
da língua chinesa em computadores. O pinyin é
uma romanização, e não uma anglicização,
ou seja, ele utiliza letras latinas para representar sons
no Mandarim padrão. A maneira de efetuar tal representação
no pinyin difere, em alguns casos, do estilo de simbolização
escrita de sons em outras línguas que usam o alfabeto
latino. Por exemplo, os sons indicados nesse dialeto pela
letra b e g correspondem mais precisamente aos sons representados,
respectivamente, pela letra p e k no emprego ocidental do
alfabeto latino. Outras letras, como j, q, x ou zh indicam
sons que não correspondem exatamente a nenhum som em
inglês. Algumas das transcrições no pinyin,
tais como a terminação “ang”, também
não correspondem a pronúncias da língua
inglesa. Ao permitir que caracteres latinos se refiram a sons
chineses específicos, o pinyin realiza uma romanização
acurada e compacta, o que é conveniente para faladores
natos chineses e acadêmicos. Contudo, isto também
significa que uma pessoa que nunca estudou chinês, ou
o sistema do pinyin, está sujeita a cometer graves
erros de pronúncia, o que é um problema menos
sério com sistemas de romanização anteriores,
tais como o Wade-Giles.
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